segunda-feira, 6 de maio de 2013

Conhecendo as correais sincronizadoras

Praticamente todas as indústrias hoje em dia utilizam as correias sincronizadoras em suas máquinas. Os benefícios das correias sincronizadoras em comparação com as correias normais são inúmeros, sem contar a resistência, durabilidade e também o custo benefício. 

As correias sincronizadoras já fazem parte de uma tecnologia que as indústrias estão utilizando para que cada vez mais o trabalho se torne econômico e ao mesmo tempo tenha eficiência. Através da instalação das correias sincronizadoras é possível ter um resultado mais eficiente na hora da comparação com outros tipos de correias. É importante sempre lembrar que o desempenho das correias sincronizadoras depende da manutenção das mesmas. 

Quando algum problema for identificado nas correias sincronizadoras, a primeira medida a ser tomada é a análise do problema. Essa análise deve ser feita a partir de uma equipe preparada para verificar a disposição e até mesmo outros possíveis problemas das correias sincronizadoras, e isso é possível através de uma análise do sistema das correias sincronizadoras

Alguns equipamentos podem apresentar falha mais rapidamente do que outros, como por exemplo, exaustores de grande porte e ventiladores, que por terem uma aceleração mais rápida, o acionamento das correias sincronizadoras pode apresentar alguma falha prematura. Para que isso não aconteça, fazer a análise do sistema com frequência é importante.

Uma das alternativas que vem sendo utilizada para a minimização da falha precoce das correias sincronizadoras, é a utilização de polias similares as das polias em V, utilizadas nas correias sincronizadoras.

Fonte:
Bormax
http://www.correiasindustriais.com.br/conhecendo-as-correais-sincronizadoras

Polias gastas - como identificar

Polias para Correias Perfil “V”
  • Canais onde encaixam corrreias com pequenas “ondas”.
  • Canais com alto brilho, igual a um espelho.
  • Pequenos “buracos” nos canais da polia.
Polias para Correias Sincronizadoras (Dentadas)
  • Bordas superiores dos dentes “cortantes”, aparentando o corte de uma faca.
  • Dentes com pequenas deformações (tortos).
  • Dentes com grandes deformações.
  • Dentes com buracos.
  • Alto brilho dos dentes.
Polias para Correias “Micro V”
  • Bordas dos canais dos frisos “cortantes”, aparentando o corte de uma faca.
  • Canais dos frisos com alto brilho, igual a um espelho.
  • Bordas dos canais dos frisos com pequenas deformações (tortos).



Causas de falhas

Encaixe correto da correia
no canal da polia
Perfil da correia muito grande;
Perfil do canal da polia muito pequeno
Perfil da correia muito pequeno;
Perfil do canal da polia muito grande
Canal da polia com desgaste

Montagem forçada Tensão insuficiente Desalinhamento vertical
dos eixos
Correia dobrada



Cuidado com o alinhamento!

Polias alinhadas sobre eixos paralelos Deslocamento axial entre duas polias Desalinhamento horizontal dos eixos


Fonte:
Schneider
http://www.polias.com.br/dicas.html

Dicas da para melhor conservação de suas correias e polias.

  1. Nunca lubrifique as correias, lubrifique somente as partes móveis da máquina (rolamentos, mancais, eixos, etc.).
  2. Limpe as correias com estopa ou pano seco, nunca utilizando querosene, tiner, gasolina, solupan ou outros.
  3. Não utilizar anti-derrapante entre polias e correias.
  4. Não utilizar “silicone ou graxa” entre polias dentadas sincronizadoras e correias sincronizadoras.
  5. Em caso de troca de correias, mantendo as mesmas polias, limpe as polias retirando: cavacos, restos de borrachas ou poliuretano de dentro das polias ou ainda outras impurezas. 

Ao montar sua correia na máquina (qualquer tipo de correia)

  1. Não force a correia sob a polia com alavancas de chave de fenda, cabos de martelo ou outro tipo de alavanca.
  2. Ao manter as polias na máquina, não amasse as polias, sejam as polias para correias Perfil “V”, polias sincronizadoras ou outras.
  3. Retire dos canais ou dos dentes das polias, cavacos, parafusos, restos de antigas correias ou outros “corpos estranhos” que podem danificar ou diminuir a vida útil da correia.
  4. Ao projetar uma transmissão ou reformar uma máquina/transmissão, deixe um espaço para regulagem entre o centro dos eixos de 10 milímetros (mínimo) até 100 milímetros.
  5. A vida útil (durabilidade) de uma polia em geral é de 3 a 5 trocas de correias.
  6. Quando uma polia da transmissão está gasta, troque todas as polias da transmissão.


Fonte:
Schneider
http://www.polias.com.br/dicas.html

Dicas de como armazenar as correias sincronizadoras



As correias sincronizadoras precisam de um cuidado especial para sua melhor utilização. O armazenamento é um detalhe que pode ser de suma importância na questão de vida útil das correias, e para isso acontecer é bom ficar atento a algumas dicas sobre o armazenamento das correias sincronizadoras, como por exemplo, evitar dobras, o que pode acabar danificando os dentes da peça.

É necessário evitar que suas correias sincronizadoras fiquem em ambientes molhados e com pouca ventilação, pois assim ajuda na hora de estender a utilização das mesmas. Outra dica que nós passamos para nossos clientes é no armazenamento das correias sincronizadoras em prateleiras, onde elas ficam expostas a lugares com alta umidade, não podendo ultrapassar 70%.

A Bormax aconselha que evite uma exposição das correias sincronizadoras em relação à produtos químicos, por exemplo, derivados do para que não haja nenhuma alteração tanto na hora da utilização das correias sincronizadoras ou até mesmo durante o próprio armazenamento. É interessante que evite deixá-las em um clima muito seco, com intensa exposição ao calor, fatos que são fundamentais para uma vida útil maior.

Ainda se tratando de ambiente, o ideal é que as correias sincronizadoras sejam armazenadas em temperaturas entre 5º e 30º, garantindo o bom funcionamento das mesmas. Uma última dica importante é na hora do armazenamento, antes da utilização, em relação ao raio de curvatura das correias, que deve observado antes, durante e depois, para que não haja nenhum problema na utilização.

Fonte:
Bormax
http://www.correiasindustriais.com.br/dicas-de-como-armazenar-as-correias-sincronizadoras

Correias Sincronizadoras Bosh


A Correia Sincronizadora tem como função o sincronismo entre as válvulas e o pistão do veículo. Possui revestimento especial, dentes moldados, trama de poliamida e malha de tração em fibra de vidro.

As correias sincronizadoras, também conhecidas pelo nome de correias dentadas, surgiram nos carros de passeio a partir de 1970, para substituir as correntes e engrenagens que produziam um alto nível de ruído no motor. A função da correia sincronizadora é o sincronismo entre as válvulas e o pistão do veículo. Esse movimento coordenado resulta da ação do comando de válvulas (responsável pela entrada e saída de gases no cilindro). e do virabrequim (que transfere a força do motor às rodas).

Quando uma correia sincronizada se rompe, em geral por desgaste não constatado pelo usuário, esta sincronia de trabalho é afetada. As válvulas começam a se movimentar de forma desordenada e os pistões permanecem trabalhando. A conseqüência pode ser um grande prejuízo: os pistões e válvulas podem se chocar ocasionando o empenamento das válvulas e danos ao cabeçote. Por isso, verifique regularmente o estado das correias e troque-a conforme indicações do manual do veículo.

Fonte:
Bosh
http://www.bosch.com.br/br/autopecas/produtos/correias/correia_sincronizadora.asp

Acoplamento de Polias

Acoplar significa junção, conexão, união entre corpos.

Nesse caso, veremos a união entre polias.

A realização do movimento circular pode acontecer de uma roda para outra, através da ligação por uma correia ou também pelo contato entre as rodas (polias). Quando o contato entre as polias acontece de forma direta é necessário que as rodas sejam engrenadas para evitar escorregamento. A junção entre as polias se faz necessária porque os motores possuem frequência de rotação fixa, o que ocasiona sistemas  girantes que necessitam de diferentes frequências de rotação. As frequências de rotação são fornecidas por um único motor, que recebe em seu eixo as polias de tamanhos diferentes, ligadas por correias ou engrenagens. 

Acoplamento por correia ou corrente
• Apresenta velocidade escalar igual em todos os pontos, considerando que a correia ou corrente não varie e tamanho.
• Velocidade igual entre as polias (va = vb).

 Acoplamento por engrenagem, com mesmo eixo
• Ocorre quando a velocidade angular entre ambas é igual. (ωa = ωb).
• Quando o período e a frequência da rotação são iguais.

Fonte:
Por Talita A. Anjos
Graduada em Física
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/fisica/acoplamento-polias.htm